Segundo os pesquisadores, "a carne bovina procedente do Brasil tem forte influência sobre nosso clima, porque o gado é abatido a uma idade mais tardia devido a um sistema de produção diferente, de modo que, com uma vida mais longa, emite um volume maior de gás metano, que gera efeito estufa". Além disso, "a forte demanda por carne proveniente do Exterior provoca uma intensificação da destruição das selvas tropicais para satisfazer o mercado", o que, além de afetar a biodiversidade vegetal e animal, tem efeitos muito nocivos para o clima. Os pesquisadores apresentaram suas conclusões em uma conferência realizada na sede do Agroscope, organismo dependente do Ministério da Agricultura suíço, em Zurique. Os responsáveis pelo estudo também sustentam que, se o cultivo de mamão papaya no Brasil produz poucos gases estufa, "o transporte por avião até a Suíça eleva as emissões a um nível muito superior ao de todas as outras frutas". Tem que deixar suíço morrendo de vontade de comer mamão e carne. Eles que vão plantar, e criar gado nos Alpes.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Estudo recomenda que suíços não consumam carne e mamão do Brasil
Segundo os pesquisadores, "a carne bovina procedente do Brasil tem forte influência sobre nosso clima, porque o gado é abatido a uma idade mais tardia devido a um sistema de produção diferente, de modo que, com uma vida mais longa, emite um volume maior de gás metano, que gera efeito estufa". Além disso, "a forte demanda por carne proveniente do Exterior provoca uma intensificação da destruição das selvas tropicais para satisfazer o mercado", o que, além de afetar a biodiversidade vegetal e animal, tem efeitos muito nocivos para o clima. Os pesquisadores apresentaram suas conclusões em uma conferência realizada na sede do Agroscope, organismo dependente do Ministério da Agricultura suíço, em Zurique. Os responsáveis pelo estudo também sustentam que, se o cultivo de mamão papaya no Brasil produz poucos gases estufa, "o transporte por avião até a Suíça eleva as emissões a um nível muito superior ao de todas as outras frutas". Tem que deixar suíço morrendo de vontade de comer mamão e carne. Eles que vão plantar, e criar gado nos Alpes.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
AMBIENTALISMO – PELA DOR OU PELO AMOR.
Um exemplo a ser citado são as empresas sustentáveis (ou consideradas assim) que procuram aplicar esse conceito em ações simples, como reduzir consumo de energia e água, praticar a coleta seletiva ou treinar e capacitar seus funcionários para um mundo mais verde. O setor de construção civil pode erguer ou reformar um imóvel com itens ecologicamente corretos, desde a compra de materiais, a contratação de mão-de-obra local e propor, ao término da obra, a continuidade dessa visão.
Isso não quer dizer, necessariamente, que todas pessoas sairão destas palestras ou treinamentos ambientalistas, no sentido mais amplo da palavra.
Muitos alegam que, devido à atualidade que o termo sustentabilidade representa, ela é tratada apenas como um negócio. Em alguns casos, pode ser. Mas o que importa é a ação, a postura, a prática, a vontade, mesmo que o objetivo seja comercial. O foco principal é que algo está sendo feito por um mundo melhor. No final, o resultado é louvável.
Uma empresa solicita a visita de uma consultoria ambiental no caso de sofrer uma pressão dos consumidores, quando é autuada por um órgão fiscalizador, quando a matriz exige mudanças nos padrões de fabricação e compra de matéria-prima - mas raramente por uma visão ecológica do negócio. Na maioria das vezes, a motivação financeira predomina, já que a associação de uma marca a práticas sustentáveis reforça o marketing ecológico. Ainda assim as vantagens existem.
Claro que seria magnífico se as empresas se importassem de forma sincera com o meio ambiente e nenhuma se dispusesse a exibir uma certificação ambiental que na prática não saiu do papel. No entanto, a informação é um importante fomento das causas ambientais. O fato de a empresa implantar práticas mais verdes na sua rotina faz com que funcionários e consumidores tenham acesso a novidades. Há várias formas de comunicar esse conceito: eventos, comunicados, reuniões ou palestras sobre meio ambiente para os funcionários, chamando a atenção para as necessidades e dilemas ambientais do presente e as possíveis mudanças no cotidiano. Por exemplo, trocar idéias sobre como ter práticas mais saudáveis e sustentáveis e incentivar a formação de comissões internas para decidir essas práticas. Outras, com pouco custo e muito efeito, como disponibilizar textos sobre meio ambiente no site da empresa; implantação de programa de coleta seletiva para funcionários, colaboradores e fornecedores; buscar tecnologias para aproveitar a luz natural e economizar água.
Cada situação citada pode levar as pessoas a pensar sobre as questões ambientais que preocupam e não poupam nenhum país deste mundo. Longe de ser os antigos ecochatos da década de 80 ou meros ativistas verdes, precisamos no momento de ação – e não de falsos pragmatismos.
O Governo tem criado as regras do jogo para as empresas e para a sociedade como um todo. São leis e decretos instituindo a coleta seletiva, proibindo o corte de árvores nativas e medidas para amenizar a poluição e a devastação em todas as suas formas. Sim, isto é muito bom. Pode parecer ingenuidade ou irresponsabilidade, mas várias sementes de consciência ambiental estão sendo plantadas. Não é pela força que uma pessoa se torna ambientalista, pois de certa forma implica em criar hábitos e pequenos sacrifícios diários. Trata-se de uma mudança de padrão de vida que vai gerar frutos a médio e longo prazo. Conheço pessoas que fumam, mas têm uma postura em relação às questões ambientais mais contundentes que muitos ecochatos. Existem por aí muitos lobos em pele de cordeiro e no ambientalismo não é diferente.
O meio ambiente carece de práticas, de ações sustentáveis. Cuidar do lugar em que vivemos é, sim, uma obrigação moral. Ou alguém aí pretende beber água contaminada, comer um alimento tóxico, ter problemas respiratórios pela poluição do ar, tampar o nariz ao ver um lago (quando poderia mergulhar nele) e andar várias quadras sem ver uma árvore adulta sequer? Quem quer ser adepto não é preciso nem sair de casa. Pode começar eliminando a prática de lavar a calçada com mangueira. Todos podemos ser ambientalistas por ações e não apenas por formação ou por ser membro de uma entidade de defesa dessa causa. Pequenas ações vão despertar o ambientalista que existe em você.
Jetro Menezes, 40 anos, Gestor e Auditor Ambiental. Responsável pela Jetro Consultoria Ambiental (www.jetropapelreciclado.com.br). Foi coordenador do Programa de Coleta Seletiva da Prefeitura de São Paulo e atualmente é Diretor de Meio Ambiente da Prefeitura de Franco da
Rocha.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Eu me preocupo com a preservação do meio ambiente?
Por Elaine Santos
Pergunte -se:
A resposta que teve neste momento pode demonstrar o quanto há de um ambientalista em VOCÊ.
Ambientalista: aquele que tem a preocupação com a preservação ambiental e que consequentemente passa a dedicar-se a esta causa.
No momento em que se propõe a ampliar a visão do que o cerca e voltar seu olhar para o macro; humanidade e meio ambiente; sua postura mudará para a de alguém que consegue enxergar que TODAS AS ATITUDES INDIVIDUAIS TRANSFORMAM-SE NUMA ATITUDE COLETIVA.
A resultante desta força de atitudes individuais passa a ser global. Este grande impacto socioambiental será positivo ou negativo dependendo da maneira como é direcionado.
Percebe o quanto sua ação individual pode ter a força potencializada quando se une a outras ações?
Se neste momento encontrou dentro de você um ambientalista que questiona:
AS MENSAGENS QUE RECEBO SÃO PARA QUE EU FAÇA MINHA PARTE, MAS NÃO ME DIZEM COMO FAZÊ-LA!
Com a mesma simplicidade que foi aplicada até agora, a seguir estarão SUGERIDAS algumas atitudes que você pode tomar para deixar de lado a passividade.
- para se posicionar e ter uma opinião formada sobre o assunto, precisa estar bem informado sobre o que está acontecendo ao seu redor através da mídia de notícias socioambientais: alterações do clima, degradação ambiental, suas consequências sociais e ações governamentais relacionadas ;
- não basta ter o conhecimento, você precisa aplicá-lo a fim de defender sua qualidade de vida, a da sua família, do coletivo, e principalmente aplicá-lo com a meta de preservar o meio ambiente para a atual e futuras geraçõe
- atuar na Associação de Bairros; Comunidade Religiosa; Conselho Escolar; Sindicatos; Condomínios; Diretórios Acadêmicos; Clubes;
- acompanhar as propostas e votações que acontecem no cenário político e que atingem diretamente o meio ambiente;
- ser voluntário de alguma Organização socioambiental;
- ser integrante da Agenda 21 de seu bairro ou município;
- participar de campanhas socioambientais;
- ser um consumidor consciente: compre o que realmente necessite, economize, e informe-se através de pesquisas se o produto e fabricante trabalham respeitando as crianças, animais e o meio ambiente;
Assoreamento do Pilão d'água em Itapeva/SP
Veja o video